Sou uma pessoa bastante critica da religião. Olho esta como um dano a humanidade, que tem suas vantagens, mas que quando colocada na balança, mostra-se ser desvantajosa. É inegável por qualquer pessoa não idolátrica e fanática, e visível com apenas um leve estudo em historia, que a religião mais matou do que salvou na historia do homem. Isso, claro, contando como salvamentos casos de milagres, pois, se desconsiderarmos estes, a coisa fica pior ainda para o lado religioso.
Se na idade média o carrasco religioso era a igreja Católica, com seu domínio e poder, responsável pelas cruzadas e pela inquisição, tendo esta ultima causado cerca de 600 à 800 anos de atrasos científicos e de proveito humanitário a favor de dogmas e crenças até então incontestáveis, hoje ela apenas apresenta uma carga negativa indireta. Atualmente, religiões mais extremistas e com dogmas mais radicais contra aqueles tidos como ‘’infiéis’’ por não terem se reformulado e se atualizado mais que a igreja católica, acabam por representar essa força maligna e irracional. Claro que falo dos homens bombas.
O que hoje teria uma carga de sentido semelhante a inquisição, é chamado de terrorismo. Imagens do 11/09 estão na mente de praticamente cada ser humano deste planeta. Cerca de 3 mil mortos, resultado do choque entre dois aviões em um dos maiores símbolos culturais americanos. O ataque foi atribuído a Osama Bin Laden, saudita, que tinha em suas costas o currículo de fundador e líder da rede de terrorismo Al Qaeda.

Porem nem todos acreditam nos fatos como eles são apresentados. Pessoas assim, contestadoras, são as responsáveis pela elaboração do que é chamado de teorias conspiratórias. Estas são tidas por muitos como baboseiras, mas as coisas não são bem assim. Claro que algumas teorias vão além de algo que possa ser admissível, porem muitas outras são baseadas em documentos e em informações de pessoas que participaram dos eventos contestados. Existe, inclusive, varias documentários bastante consistentes sobre teorias como estas, onde destaco aqui os filmes da serie
Zeitgeist, que mostram, por exemplo, mentiras religiosas (pleonasmo?), informações sobre funcionamento monetário, alternativas para tais modelos, e aquilo que teria sido a verdade sobre o atentado de 11/09.
Não irei aqui entrar em detalhes sobre a teoria, pois o mesmo pode ser visto na serie de documentários e com uma rápida e fácil pesquisa no Google (deixa de preguiça, rapa). Em resumo, o 11/09 não teria passado de uma armação do próprio governo americano, uma pequeno teatro interno, cheio de mentiras, bem elaborado, mas com muitas falhas. Parece loucura? Nem tanto...
Em 1962, próximo ao Estados Unidos, uma pequena ilha causava incomodo. Esta ilha se chamava Cuba, e o incomodo era um sujeito chamado Fidel Castro e seu regime comunista. Isso assustava os EUA. Um terrível regime comunista tão próximo de suas fronteiras. Um verdadeiro Pesadelo. Pesadelo mesmo era não poder fazer muita coisa quanto a isso, já que os EUA não poderiam simplesmente sair invadindo um país sem motivo algum. Primeiro porque isso iria dar graves problemas. ‘’Como assim invadir um país que não fez nada contra você?’’, seria o que toda a comunidade internacional provavelmente perguntaria. Segundo que os EUA precisaria ter o apoio popular para isso, pelo simples fato de que não existe guerra se o povo não quiser. Logo, para aniquilar o ‘’inimigo vizinho’’, seria preciso ter uma bela justificativa e algo que levasse o povo a apoiar a guerra.
Os planos para que esses objetivos fossem alcançados vieram da CIA. O plano era simples: Atacar navios, aviões e praticar terrorismo domestico em locais cheios de americanos. Sim, isso mesmo: A CIA iria elaborar e praticar ataques contra o próprio povo americano. Depois, entraria em ato a segunda parte do plano: Atribuir os ataques a Cuba. Dessa forma, os objetivos seriam alcançados, já que passariam a ter uma justificativa ao ataque a ilha, e teriam também o apoio popular, pois a revolta nacional iria ser obvia.
Mas o plano não foi à frente, pois um país precisa de um porta-voz popular que levasse ao povo a ideia e o estimulo a guerra, que faça nascer o patriotismo dentro de toda a nação. Esse porta-voz, obviamente, deveria ser o presidente, pois ele é quem iria dar as noticias e fazer todos os discursos sobre a guerra. O presidente na época era John F. Kennedy, que simplesmente não aceitou a ideia da CIA e do Conselho de Guerra Americano, jogando um reservatório inteiro de água gelada no plano de ambos e, claro, impossibilitando a continuidade do plano, pois sem o presidente discursando, nada feito. Muito coincidentemente, em 1963, John F. Kennedy morreu, ou melhor, foi assassinado. Uma bala criou um espaço vazio em seu crânio durante a preparação para o inicio de suas campanhas para reeleição em 1964.

Não preciso dizer que fatos como esse mostram que os atentados do 11/09 poderem ter sido armados pelo próprio governo dos EUA não é uma paranoia, muito ao contrario, seria algo bem plausível. Oriente Médio é a mina de ouro negro do planeta. Nenhum lugar tem mais petróleo do que aquela região. Criar uma guerra, matar ditadores com acusações de possuírem armas nucleares, mesmo estes não tendo nenhuma, sendo que o X9 da questão é o líder mundial em arsenal atômico do planeta (irônico?), blablabla, pode ser muito lucrativo em um mundo extremamente dependente de material fóssil.
Acontece que guerras, mesmo sendo apoiadas pelo povo, tem prazo de validade. No começo o povo esta cheio de ódio, apoia, quer vingança, justiça, revanche, ou seja lá o que nome que você quiser dar, mas depois de um certo tempo, a coisa esfria, ainda mais quando não se mostram resultados além de dividas bilionárias, sem contar os mortos, famílias de mortos que sofrem com as mortes dos mesmos, e aqueles que voltam com doenças, problemas mentais, deficientes etc. Até o momento, estima-se que o total de gastos causados pela guerra no Iraque aos EUA cheguem a casa de 1Trilhão de dólares, perdendo apenas para a Segunda Guerra Mundial. Junte isto a 10 anos de uma guerra sem resultados, famílias desmembradas, filhos sem pais, deficientes sendo importados, e uma crise financeira assustadora. O resultado é que o povo enjoa, começa a pedir a retirada das tropas, a guerra perde o apoio popular e, como eu disse no 6º paragrafo: ‘’Não existe guerra sem o apoio popular’’.

A morte repentina e inesperada de Osama Bin Laden foi o resultado que o povo americano queria ver, mas que nunca tinha visto nem mesmo próximo de acontecer. Foi uma injeção de gás no sentimento patriota e de justiça que o povo queria. E, de repente, como passe de magica, o povo volta a apoiar a continuidade da guerra, afinal, finalmente tivemos um resultado. Não precisam mais de provas, as mortes foram justificadas e vingadas, o ecstasy toma conta de uma nação ferida pelo terror. A moral e o orgulho volta a tona. E a continuidade da guerra é garantida, com um novo prazo de validade ainda em indeterminado...


